Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Manifesto dado ás cores

É por honra a tudo aquilo que não sei, que me manifesto neste preciso momento. É no paradoxo existente entre aquilo que vemos e o que nos permite ver que me fundamento.

De que cor é a matéria? De que cor é a antimatéria? Guerreamos entre o preto e o branco para definir a coisa. Não se acha uma solução.

De facto a mistura de matérias, que dará o Todo, pelas nossas mão neste planeta azul, é preta. O todo é então preto. A matéria é preta. Mas o preto é a ausência. É-o na luz, no teatro, na poesia, no luto, em qualquer merda que façamos. Os góticos vestem preto para se renegarem a eles próprio e à sociedade, que no seu conjunto fazem o Todo. O preto é tudo e nada.

Onde fica o Branco?

Há quem o polua com um ponto em poesias nadaístas e irrealistas porque simplesmente é fraco e não sabe lidar com ele. Porque o branco é sobrenatural. (Quadrado branco sobre tela branca). O branco não são misturas de luzes... é a luz. É tudo. O preto era o todo. 

O preto somos nós e o mundo é branco. O antiartviral é cinzento.

O mundo é a mentira o resto somos nós.

 

A bíblia, Piteira. 


publicado por Piteira às 14:28
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11 comentários:
De pitas malucas a 19 de Julho de 2007 às 14:56
vamos já comprar a tua bíblia.


De Gepeto a 19 de Julho de 2007 às 17:29
Aquilo que vemos e o que nos permite ver é igual... nunca poderá ser um paradoxo visto que não temos a miníma noção do que é a realidade em si... esta tanto pode ser igual ao que nós vimos como pode ser completamente diferente. Aqui o único paradoxo é o discurso e a realidade.


De Piteira a 19 de Julho de 2007 às 18:44
O que nos permite ver é a luz. A luz é o mundo. O mundo é a mentira. Há paradoxo, sim!


De Gepeto a 19 de Julho de 2007 às 18:59
há apenas uma sucessão de ideias, uma cadeia... no máximo uma ambiguidade no conceito de luz e de mundo, acentuada neste último. o único paradoxo continua a ser o de discurso/realidade...


De Piteira a 19 de Julho de 2007 às 19:14
Sim, uma cadeia, um silogismo, um argumento,
Coisa que não vejo da sua parte. O juizo de valor que faz, por si, não vale nada. Não está justificado.


De Gepeto a 19 de Julho de 2007 às 21:51
O Manifesto não é por si só um juízo de valor?


De Piteira a 20 de Julho de 2007 às 00:51
Não. É uma tese fundamentada por argumentos, o que o torna um texto argumentativo,


De Jarhead a 22 de Julho de 2007 às 16:01
O mundo somos nós. A mentira é a ideia que nós temos do mundo.Nós vivemos numa mentira que é o mundo, que por sua vez é uma mentira. Logo o mundo é a mentira, que somos nós. O resto é a mentira. O mundo é o mundo; a mentira é a mentira. Nós somos nós.


De Raúl Cigarrose do Ó a 24 de Julho de 2007 às 02:59
isto tá é tudo muito escuro e não vejo lampada nenhuma sobre as vossas cabeças...


De Maria a 18 de Agosto de 2007 às 14:59
isso é porque não vês com olhos de ver :)

Andas demasiado distraído... :)

vale a pena estar atento


De maria a 17 de Agosto de 2007 às 22:33
o cinzento é necessário para que o azul exista :)

As cores são essenciais para que a alegria se possa exprimir no seu expoente máximo de liberdade :)




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