“Dia 23 de Agosto de 2005, cheguei no avião da Merpati Airlines, ao Aeroporto Internacional Presidente Nicolau Lobato, em Dili
Tinham-me dito que havia tudo em Dili. Que não era preciso levar nada de Portugal.
(…) Por via das dúvidas decidi levar, também, a minha caixa de pastéis de cera aguareláveis.O papel compraria em Dili. No mínimo podia fazer alguns registos a aguarela ou pintar a pastel.
Felizmente em Timor existem, também, muitas pedras bonitas que ganham bonitas tonalidades molhadas pelo mar de Timor. Umas são fininhas como cartolina, com as arestas boleadas, outras em forma de coração, outras pareciam ter linhas enroladas, e uma tem uma figurinha que parece ter sido desenhada por uma criança de 3 /4 anos. Apanhei muitas, muitas.
(…) Umas apanhadas na Praia de Comoro, nos fins-de-semana, outras em passeios ao fim de tarde na praia dos Coqueiros. (…) Adoro-as. Quando lhes pego sinto Timor.”
Ana, a nova originalista